Jesus Virá:



O pastor prega ao ar livre:

— Meus irmãos! Jesus virá pra salvar a humanidade!

E o bêbado grita:

— Vem porra nenhuma!

E o pastor se irritando:

— Não levem a sério esse alcoólatra, irmãos! Ele está possuído pelo demônio! Mas Jesus virá! Eu garanto que Jesus virá!

— Vem coisa nenhuma!

— Não dêem ouvidos, irmãos. Ele está escravizado pelo álcool.

Jesus virá pra salvar a humanidade!

— Vem o caramba... pastor fajuto...

E o pastor irritado:

— Eu vou chamar o guarda!

E o bêbado:

— Opa! Deixa eu ir embora, que esse aí vem mesmo!





Veja outras Piadas

  • Bêbado no Trabalho

     

    O sujeito chega no trabalho completamente bêbado. O chefe chama-o num canto e lasca a maior bronca:

    — Ô Gonçalves, assim não dá! O senhor não pode vir trabalhar neste estado!

    — O senhor... hic... está me mandando embora do Rio de Janeiro?

    — Não, não é nada disso! É que o senhor está caindo de bêbado!

    — Ah! Foi o oculista que mandou!

    — O oculista mandou? O senhor está maluco!

    — É sim... — e tirando uma receita toda amarrotada do bolso: — Olha aí... o que está escrito debaixo dos garranchos... pinga três vezes ao dia!

  • O Louco e o Pão

    O louco foi na padaria e perguntou:

    — O pãozinho já saiu?

    O padeiro responde:

    — Sim, saiu sim!

    O louco responde:

    — Então quando ele voltar, diga que eu quero falar com ele!

  • Sentimento do Caipira:

    Dois amigos caipiras se encontram cinco anos depois.

    - E aí cumpade como que ocê tá?

    - Eu to bem e tu?

    - Tô bem não cumpade.

    - Mas o que houve com ocê?

    - Perdi a única vaca que eu tinha.

    - Ô cumpade, sua irmã morreu, foi?

  • Emprego dos Sonhos

    O Juvenal estava desempregado fazia muitos meses. Com a persistência que só os brasileiros têm, o Juvenal foi tentar mais um emprego em mais uma entrevista. Após uma exaustiva entrevista o quinto entrevistador lhe perguntou:

    — Qual foi seu último salário?

    — Mil reais! — Respondeu Juvenal, e já ia dizer que aceitava menos. Mas foi interrompido.

    — Pois se o senhor for contratado ganhará 10 mil dólares por mês!

    — Jura?

    — Que carro o senhor tem?

    — Na verdade, agora eu só tenho um fusquinha e um carrinho pra vender pipoca na rua!

    — Pois se o senhor trabalhar conosco ganhará um Audi para você e uma BMW para sua esposa!

    — Jura?

    — O senhor viaja muito para o exterior?

    — Exterior do estado, sim. Belo Horizonte, São Paulo...

    — Pois se o senhor trabalhar aqui viajará pelo menos 10 vezes por ano, para Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, Tóquio...

    — Jura?

    — E lhe digo mais... o emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora porque tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido. Se até amanhã, sexta-feira, à meia-noite o senhor NÃO receber um telegrama nosso cancelando, pode vir trabalhar na segunda-feira.

    Juvenal saiu do escritório radiante. Agora era só esperar até a meia-noite da sexta-feira e rezar para que não aparecesse nenhum maldito telegrama. Sexta-feira mais feliz não poderia haver. E Juvenal reuniu a família e contou as boas novas.

    Não se cabendo de felicidade convocou o bairro todo para uma churrascada comemorativa a base de muita música. Sexta de tarde já tinha um barril de chopp aberto. As 9 horas da noite a festa fervia. A banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta. Dez horas, e a mulher de Juvenal aflita, achava tudo um exagero. A vizinha gostosa, interesseira, já se jogava pra perto do Juvenal. E a banda tocava! E o chopp gelado rolava! O povo dançava! Onze horas, Juvenal já era o rei do bairro. Gastaria horrores para o bairro encher a pança. Tudo por conta do primeiro salário. E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio boba, meio assustada.

    Onze horas e cinquenta e cinco minutos... Vira na esquina buzinando feito louco uma motoca amarela... Era do Correio! A festa parou! A banda calou! A tuba engasgou! Um bêbado arrotou! Um cachorro uivou! Meu Deus, e agora? Quem pagaria a conta da festa? — Coitado do Juvenal! — Era a frase mais ouvida. Jogaram água na churrasqueira! O chopp esquentou! A mulher do Juvenal desmaiou! A motoca parou!

    — Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?

    — Si, sim, sim, so, so, sou eu...

    A multidão não resistiu...

    — Ooooohhhhhhhhhhhhh!

    — Telegrama para o senhor...

    Juvenal não acreditava... Pegou o telegrama, com os olhos cheios d'água, ergueu a cabeça e olhou para todos. Silêncio total. Respirou fundo e abriu o telegrama. Uma lágrima rolou, molhando o telegrama. Olhou de novo para o povo e a consternação era geral. Tirou o telegrama do envelope, abriu e começou a ler. O povo em silêncio aguardava o desfecho, que poderia virar desenlace. Todos se perguntavam...

    — E agora? Quem vai pagar essa festa toda?

    Juvenal recomeçou a ler, levantou os olhos e olhou mais uma vez para o povo que o encarava... Então, Juvenal abriu um largo sorriso, deu um berro triunfal e começou a gritar eufórico:

    — Mamãe morreeeeuuu! Mamãe morreeeeeeeuuu!

  • Cúmulos

    O cúmulo do azar é ser atropelado pelo carro funerário.
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    O cúmulo da paciência é ver o banguelo tentando comer azeitona.
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    O cúmulo da cara de pau é comprar fiado e pedir o troco
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    O cúmulo da fome é lamber o espeto do churrasco.
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    O cúmulo do sono é você conseguir dormir com os olhos abertos.
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    O cúmulo da inocência é acreditar quando ele diz que vai te levar para o motel apenas tomar banho de banheira.
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    O cúmulo da burrice é comer o guardanapo e se limpar com o bife.
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    O cúmulo da magreza é tirar raio-x com o flash de uma câmera fotográfica

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