Garotinho



Mamãe, mamãe... me leva no circo? Não, filho... Se querem te ver, que venham aqui em casa...





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  • Joãozinho Gênio:

    A professora estava tendo dificuldades com um dos alunos.

    — Joãozinho, qual é o problema?

    — Sou muito inteligente para estar no primeiro ano. Minha irmã está no terceiro ano e eu sou mais inteligente do que ela. Eu quero ir para o terceiro ano também!

    A professora vê que não vai conseguir resolver este problema e o manda para a diretoria. Enquanto o Joãozinho espera na ante-sala, a professora explica a situação ao diretor. O diretor diz para a professora que ele vai fazer um teste com o garoto, e como ele não vai conseguir responder a todas as perguntas, vai mesmo ficar no primeiro ano.

    A professora concorda. Chama o Joãozinho e explica-lhe que ele vai ter que passar por um teste e o menino aceita.

    Então o diretor começa:

    — Joãozinho, quanto é 3 vezes 3?

    — 9.

    — E quanto é 6 vezes 6?

    — 36.

    E o diretor continua com a bateria de perguntas que um aluno do terceiro ano deve saber responder e Joãozinho não comete erro algum. O diretor, então, diz para a professora:

    — Acho que temos mesmo que colocar o Joãozinho no terceiro ano.

    — Posso fazer algumas perguntas também? — fala a professora.

    O diretor e o Joãozinho concordam. A professora pergunta:

    — O que é que a vaca tem quatro e eu só tenho duas?

    Joãozinho pensa um instante e responde:

    — Pernas.

    Ela faz outra pergunta:

    — O que é que há nas suas calças que não há nas minhas?

    O diretor arregala os olhos, mas não tem tempo de interromper...

    — Bolsos — responde Joãozinho.

    — O que é que entra na frente da mulher e que só pode entrar atrás do homem?

    Estupefato com os questionamentos, o diretor prende a respiração...

    — A letra "M". — responde o garoto.

    A professora continua a arguição:

    — Onde é que a mulher tem o cabelo mais enroladinho?

    — Na África. — responde Joãozinho de primeira.

    — O que é mole, mas na mão das mulheres fica duro?

    — Esmalte. — responde Joãozinho sem pestanejar

    — O que as mulheres têm no meio das pernas?

    — O joelho. — Joãozinho responde mais rápido ainda.

    — O que é que a mulher casada tem mais larga que a solteira?

    — A cama.

    — Qual o monossílabo tônico que começa com a letra C e termina com a letra U e ora está sujo ora está limpo?

    O Diretor começa a suar frio.

    — O céu, professora.

    — O que é que começa com C tem duas letras, um buraco no meio e eu já dei para várias pessoas?

    — CD.

    Não mais se contendo, o diretor interrompe, respira aliviado e diz para a professora:

    — Coloque logo o Joãozinho no quarto ano. Eu mesmo teria errado todas!

  • Loira No Deserto

    Haviam três amigas, uma loira, uma morena e uma ruiva, passeando de carro no deserto. De repente, o carro que elas estavam quebra, e a ruiva fala:

    — Tive uma ideia, vamos cada uma pegar uma parte do carro que vamos usar. Eu vou levar os bancos, que se der canseira eu me sento.

    — Eu vou levar a água, se me der sede eu bebo! — diz a morena.

    — Eu vou levar o vidro! — diz a loira.

    Não entendendo nada, a ruiva pergunta:

    — Mas por que você vai levar o vidro?

    — Dã! Porque nesse calor, eu posso abrir o vidro!

  • Emprego dos Sonhos

    O Juvenal estava desempregado fazia muitos meses. Com a persistência que só os brasileiros têm, o Juvenal foi tentar mais um emprego em mais uma entrevista. Após uma exaustiva entrevista o quinto entrevistador lhe perguntou:

    — Qual foi seu último salário?

    — Mil reais! — Respondeu Juvenal, e já ia dizer que aceitava menos. Mas foi interrompido.

    — Pois se o senhor for contratado ganhará 10 mil dólares por mês!

    — Jura?

    — Que carro o senhor tem?

    — Na verdade, agora eu só tenho um fusquinha e um carrinho pra vender pipoca na rua!

    — Pois se o senhor trabalhar conosco ganhará um Audi para você e uma BMW para sua esposa!

    — Jura?

    — O senhor viaja muito para o exterior?

    — Exterior do estado, sim. Belo Horizonte, São Paulo...

    — Pois se o senhor trabalhar aqui viajará pelo menos 10 vezes por ano, para Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, Tóquio...

    — Jura?

    — E lhe digo mais... o emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora porque tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido. Se até amanhã, sexta-feira, à meia-noite o senhor NÃO receber um telegrama nosso cancelando, pode vir trabalhar na segunda-feira.

    Juvenal saiu do escritório radiante. Agora era só esperar até a meia-noite da sexta-feira e rezar para que não aparecesse nenhum maldito telegrama. Sexta-feira mais feliz não poderia haver. E Juvenal reuniu a família e contou as boas novas.

    Não se cabendo de felicidade convocou o bairro todo para uma churrascada comemorativa a base de muita música. Sexta de tarde já tinha um barril de chopp aberto. As 9 horas da noite a festa fervia. A banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta. Dez horas, e a mulher de Juvenal aflita, achava tudo um exagero. A vizinha gostosa, interesseira, já se jogava pra perto do Juvenal. E a banda tocava! E o chopp gelado rolava! O povo dançava! Onze horas, Juvenal já era o rei do bairro. Gastaria horrores para o bairro encher a pança. Tudo por conta do primeiro salário. E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio boba, meio assustada.

    Onze horas e cinquenta e cinco minutos... Vira na esquina buzinando feito louco uma motoca amarela... Era do Correio! A festa parou! A banda calou! A tuba engasgou! Um bêbado arrotou! Um cachorro uivou! Meu Deus, e agora? Quem pagaria a conta da festa? — Coitado do Juvenal! — Era a frase mais ouvida. Jogaram água na churrasqueira! O chopp esquentou! A mulher do Juvenal desmaiou! A motoca parou!

    — Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?

    — Si, sim, sim, so, so, sou eu...

    A multidão não resistiu...

    — Ooooohhhhhhhhhhhhh!

    — Telegrama para o senhor...

    Juvenal não acreditava... Pegou o telegrama, com os olhos cheios d'água, ergueu a cabeça e olhou para todos. Silêncio total. Respirou fundo e abriu o telegrama. Uma lágrima rolou, molhando o telegrama. Olhou de novo para o povo e a consternação era geral. Tirou o telegrama do envelope, abriu e começou a ler. O povo em silêncio aguardava o desfecho, que poderia virar desenlace. Todos se perguntavam...

    — E agora? Quem vai pagar essa festa toda?

    Juvenal recomeçou a ler, levantou os olhos e olhou mais uma vez para o povo que o encarava... Então, Juvenal abriu um largo sorriso, deu um berro triunfal e começou a gritar eufórico:

    — Mamãe morreeeeuuu! Mamãe morreeeeeeeuuu!

  • Desafio do Tiro:

       Um americano, um russo e um francês se perdem durante um safári na África, quando de repente são capturados por uma tribo de canibais. O chefe canibal faz um trato, e se eles conseguissem atirar em seu papagaio de estimação no céu depois de consumir uma bebida alcoólica, eles então poderiam sair livres. Cada um teria a sua própria chance.

       O norte-americano pensa que é o melhor no tiro e decide ir primeiro. Ele bebe todo o pacote com 6 cervejas e depois aponta sua arma com cuidado. Ele atira ... e erra! Os canibais o seguram, levam para um lugar afastado e o comem.

       O francês é o próximo e ele pede uma caixa de vinho. Ele bebe toda a garrafa, cambaleia, mira cuidadosamente... e erra! Os canibais o arrastam para longe e o comem.

       O russo pede uma garrafa de vodka. Ele bebe toda a garrafa e ainda pede outra. Após a segunda garrafa ele cambaleia, se inclina contra uma árvore com cuidado, aponta a arma para o ar e atira. O papagaio cai morto do céu.

       O chefe surpreso pergunta como ele fez isso, e o russo responde:

    - Como poderia errar quando se tem dois rifles e um céu cheio de papagaios!

  • Coisa Mais Pesada

    Na sala de aula, a professa pergunta:

    — Qual a coisa mais pesada que existe?

    — O elefante — responde a Aninha.

    — A baleia — diz o Pedrinho.

    — Um caminhão — diz o Paulino.

    — É o pinto do meu pai!

    — O que é isso, Joãozinho? Quem foi que te disse essa asneira?

    — Minha mãe, professora! À noite, eu sempre ouço ela dizer pro meu pai: "Esse negócio nem Deus levanta!"

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